Sou publicitária e trabalho com escrita há 4 anos.
Mas, antes disso, eu sou aquela criança curiosa e observadora.
Observo o jeito que as pessoas falam, o que elas evitam dizer, as palavras que escolhem e as que ficam presas na garganta. Porque, no fim, escrever nunca foi só sobre texto – é sobre conseguir organizar o que está confuso e dar forma ao que ainda não sabe bem como existir.
Ao longo dos últimos anos, escrevi para mais de 30 nichos diferentes. Já precisei entender desde o universo da saúde até coisas completamente fora da minha realidade, como topografia, motel e engenharia de climatização. E, curiosamente, foi aí que eu aprendi: não existe tema difícil, existe falta de escuta.
Meu trabalho é exatamente esse.
Pegar ideias soltas, sentimentos meio embaralhados, objetivos que ainda não estão claros… e transformar tudo isso em algo que faça sentido para quem lê.
Muita gente sabe o que quer dizer, mas não tem tempo, ou não consegue parar na rotina corrida, para estruturar isso em texto.
Eu entro nesse espaço.
Escrevo com o coração, com cuidado e com estratégia na mente. Mas, principalmente, escrevo para que, do outro lado, quem ler… se sinta compreendido.
Porque, no fim, comunicação é fazer sentir.
